sábado, 16 de julho de 2011

Harry Potter e Eu.


Rywka, Paula, Carliane, Felipe Abner e eu na fila da estréia de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban em 2003 (eu acho).

Eu sou mais um ser humano que viveu a "era" Harry Potter. Li todos os livros, fui para muitas estreias, ri, chorei, vibrei, gritei, enfim, eu amo Harry Potter. Mas não sou nenhuma maníaca.
Lembro como se fosse hoje eu na fila do filme de Harry Potter e Pedra Filosofal. O detalhe é que essa era a segunda vez que eu ía ao cinema ver o filme - a primeira vez eu não lembro de jeito nenhum! Eu estava encantada com as cenas que vi no cinema, Harry em uma partida de quadribol! Uau
Foi Harry Potter que me acordou para a leitura. Lembro que aos 11 anos, eu nunca tinha lido um livro de mais de 100 páginas. E Harry fez isso por mim. Obrigada, Harry, obrigada J.K. Rolling.
E então eu vivi a minha adolescência, a minha primeira década dos anos 2000, sempre ligada no que estaria por vir. Os livros me causavam todos os sentimentos, eu lembro de ter chorado mais de uma vez, nos 7 anos de leitura...
A cada ano que eu evoluía, mais eu me impressionava com a criatividade da autora. A imensidão de detalhes, a complexidade da trama.
Os filmes eram então a comprovação de que tudo que você imaginava era exatamente daquele jeito. O cinema traduziu sempre muito bem a narrativa de Rolling. Nem adianta me dizer que não. Ir ao cinema para ver Harry Potter sempre me deu muito prazer - ou até mesmo ver os filmes 7228272 de vezes na TNT ou na Warner.
Confesso que o ultimo livro me deixou entendiada no começo da trama. Principalmente na busca pelas horcrux. Mas da metade pro final eu fui conquistada e adorei o livro. Acho que não faria sentido Harry morrer, nós ficaríamos desolados, e então ela fez o certo.
Claro que eu fiquei tristinha porque era o ultimo livro, mas aquilo tinha que chegar ao fim. Só que ainda viriam 3 filmes depois do ultimo livro, então a "era" ainda estava longe de acabar.

Só que agora acabou.
E eu amei o filme, não podia ser traduzido de melhor forma. Perfeito.

Adeus, Harry, foi muito bom para todos nós!

Os lindos que animaram a nossa vida durante esses 10 anos

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Meia noite em Paris e Eu.

"Qualquer lugar da Europa" pode ser Paris!


Ontem eu assisti ao filme do Woody Allen, "Meia noite em Paris" que está em cartaz nos cinemas.
O filme fala sobre uma insatisfação que o indivíduo sente sobre seu tempo, e sobre o desejo de que queria ter vivido na década tal do século tal , porque ali sim seria realmente feliz.
É muito bom sonhar sobre aquilo que definitivamente não vai acontecer, e acreditar que se não fosse por esse fator temporal você poderia ser realmente feliz.
Só que no filme, o Wood Allen da vez, consegue realmente voltar no tempo. E então ele descobre que quando ele chega a década de 20 tão sonhada, onde pra ele a felicidade mora lá, quem vive realmente a década de 20, acredita que a felicidade está na Belle Époque (na virada do século XIX pro XX).
E então o personagem entende que essa busca pela felicidade em outras épocas existe em muitas pessoas, e que se a felicidade não tiver dentro de você independente do tempo em que se vive, não vai estar em lugar nenhum.
Isso me fez parar pra pensar sobre a ilusão de que eu tenho, de que se eu morar em algum país da Europa eu vou ser mais feliz. Eu posso até viver melhor em termos de qualidade de vida. Mas ser mais feliz? É claro que não!
A felicidade para mim é viver com as pessoas que eu amo, viver com elas as pequenas coisas e ver alegria nisso. É se sentir capaz em fazer o seu trabalho, é gostar de onde você vive, é poder abraçar seu bichinho de estimação. E eu sou feliz, independente das nuvens que às vezes passam pela minha vida.
E assim, eu concluo que eu não vou só ser feliz se viver em algum lugar da Europa. Mas sim, aqui, no Nordeste brasileiro, no subdesenvolvimento, eu sou feliz, porque é aqui que eu tenho as pessoas que eu amo, e é aqui que eu formo a minha cabeça!

Loucuras a parte, Boa tarde!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Jogo da Memória da Arte e da Arquitetura no Extremo Oriente

Nesse semestre eu paguei uma disciplina optativa de nome Arte no Extremo Oriente. Nessa disciplina a gente estudou 3 culturas: a indiana, a chinesa e a japonesa. O professor Eugênio pediu que a gente criasse um produto sobre as culturas. Eu resolvi fazer um jogo da memória. Nesse jogo eu exploro mais o patrimônio arquitetônico de cada país, sabe? Mas também mostro alguns objetos artísticos mesmo.
Criei as peças no power point (sim, utilizei essa ferramenta rudimentar pela ultima vez, agora vou aprender a usar o Corel Draw), e usei papelão para fazer cada pecinha. A caixa foi o detalhe final.
Foi muito bom fazer esse jogo!
A caixa do jogo!
As pecinhas
Jogo da Memória da Arte e da Arquitetura no Extremo Oriente


domingo, 3 de julho de 2011

Dica da Maria: Quando Paris Alucina



Como vocês já sabem, a minha diva favorita é Audrey Hepburn. Eu não vou dizer que sou fã porque não sei tudo da vida dela, mas já vi vários filmes dessa linda. Então hoje eu vou falar sobre um filme muito bom, "Quando Paris Alucina".
Nowel Coward interpreta um produtor de Hollyywood que contratou o roteirista Richard Benson, interpretado por Willian Holden para lhe fazer um filme de título "A moça que roubou a torre Eiffell". A questão é que do filme só existia o título, porque o reteirista era um boêmio que deixou o prazo chegar ao fim e nada estava escrito. É aí que entra Audrey Hepburn. Dois dias antes de entregar o tal do filme, o produtor contrata Gabrielle Simpson (a dita cuja) para ajudá-lo na concepção do filme.
É aí que eu entendo porque o nome do filme é "Quando Paris Alucina". No cenário de Paris, os dois inventam de tudo para dar rumo a esse filme. As loucuras que os dois inventam é realmente de que está alucinado por alguma coisa, e sem dúvida a gente percebe que o envolvimento de um pelo outro no cenário de Paris ajuda para isso. O que torna o filme muito engraçado, e mais uma vez Audrey Hepburn consegue nos surpreender com o seu charme. A personalidade da atriz torna a personagem Gabrielle Simpson ainda melhor, coisa que faz com que você não consiga imaginar esse papel mais para nenhuma atriz! O romance entre os protagonistas também deixa o filme ainda mais envolvente. O ator é super charmoso, e como grande parte das personagens de Audrey, a Gabrielle é super moderna e deixa o romance ainda melhor! A cena do beijo é incrível,
eles são muito lindos!
Ai, sem mais, vocês precisam ver para entender do que eu estou falando!
Audrey Hepburn e Willian Holden em "Quando Paris Alucina"

P.S.: Esse filme é de 1964, e a versão do DVD é colorida!

Centro Comunitário Bom Pastor



Perspectiva da Entrada do Centro Comunitário Bom Pastor.

Esse semestre projetamos sozinhos pela primeira vez. No outro semestre o projeto era em grupo, então eu nunca tinha me dado de cara com a complexidade de um projeto pra resolver sozinha mesmo.
Só que dessa vez não tinha pra onde ir, né? Tive que me virar.
Um centro comunitário é um espaço que deve oferecer pra certa comunidade (pode ser tanto do bairro, quanto pra cidade) uma série de ocupações. Tanto num foco educacional, quanto num de lazer mesmo.
O centro que eu projetei oferecia várias oficinas educacionais tanto pra adultos quanto pra crianças, como aulas de costura, de artes, de marcenaria, informática, e culinária, por exemplo. O terreno escolhido foi no Bairro de Bom Pastor, Zona Oeste de Natal, a zona administrativa mais pobre da nossa cidade. Se um investimento desses fosse feito em uma comunidade como essa, eu tenho certeza de que faria muita diferença para aquelas pessoas. Foi bom "sonhar" que eu tava projetando algo que mudaria a vida deles.
O centro comunitário também tem um espaço esportivo, com piscina semi olímpica, quadra, sala de ballet e de lutas. Além de um teatro e uma biblioteca.
Enfim, já que eu trabalhei tanto tempo nesse projeto, e esse blog fala da minha vida, nada mais justo colocá-lo aqui.
Vista interna do ginásio que abriga a quadra e a piscina coberta. No fundo, o bloco com as salas de dança e de luta.
Esse é o bloco que abriga a biblioteca e o auditório.

Boa noite!

Férias!

Audrey Hepburn e Peter Otoole em "Como roubar um milhão de dólares" - O primeiro filme das férias tão merecidas!

Deus seja louvado!
Parece que o quarto período acabou! (A menos que algum professor resolva me deixar em quarta prova e ainda não tenha me avisado - vamos rezar que não).
Para comemorar, as férias começaram em uma festa bombante na casa de Rui (meu amigo de Cabo Verde que mora numa casa com vários africanos! =D).
O fim de semana foi pra descansar mesmo, aqui em Natal tá chovendo só pra variar um pouquinho, e em fim eu pude passar a tarde sem fazer nada só vendo filminhos. Hoje eu vi "Como roubar um milhão de dólares", com Audrey Hepburn. Sim, eu adoro os filmes dela, e até coleciono. Mas outro dia eu falo só sobre isso.
Nessas férias o meu plano principal é descansar. Nem vou viajar porque em outubro vai haver o ELEA (Encontro Latino Americano de Estudantes de Arquitetura) no Chile e lá estarei eu, e por isso passarei esses dias aqui em Natal mesmo, para juntar um dinheirinho.

Estou muito feliz por essas férias! Nunca esperei tanto por elas!
beijos!
Maria.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Fim de semestre


Jajá eu fico de férias... falta menos de um mês.
Então eu voltarei para falar mais besteiras!
Boa sorte pra mim nesse fim de semestre, que eu não reprove em Estruturas (e o pior é que eu não estou nem aí).

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Arquitetos Deuses


Vocês já pararam para perceber a complexidade da minha futura profissão?
Já perceberam que na Arquitetura existem pessoas que tem um reconhecimento digno de artistas? Porque eles são artistas! Artistas que concebem grandes esculturas, esculturas habitáveis! Tudo isso no espaço, no espaço que todos nós somos livres para circular, para viver grandes experiências nessas construções magníficas!
Uma coisa que eu aprendi também, foi que um arquiteto pra ter um super reconhecimento tem que tá pelo menos lá pelos seus 50 anos. Sim, porque o conhecimento de um arquiteto é a soma de suas experiências, da experimentação, até ele enteder o que dá certo, e qual é sua marca.
Então ele repete essa "marquinha" em várias obras, até que passa a ser identificado por aquilo, e então ele está estabelecido.
Uma exceção à essa teoria dos 50 anos foi Niemeyer, que tava na hora certa, no lugar certo, e pode projetar todo eixo monumental de Brasília antes dos seus 50 anos. A questão foi que ele trabalhou no escritório de Lucio Costa (quem projetou o plano piloto de Brasília), tipo como estágiário, porque ele achou que lá ía se dar bem. E se deu. Tudo bem que essa história pode ter um lado negro, como pode não ter, eu é que não sei. =P
Uma lista de arquitetos deuses que estão no meu altar:








Até os próximos minutinhos livres!

sábado, 28 de maio de 2011

Um arquiteto pra se dar atenção

Minha mãe me deu um livro sem ter a mínima idéia de quem se tratava.
Ela comprou com a melhor das intenções, claro, mas definitivamente ela nem sonhava a impressão que me causaria.
O cara é Eero Saarinen. Ele era finlandês, mas foi morar nos Estados Unidos logo cedo, e estudou arquitetura por lá mesmo.
A questão era que o pai dele também era arquiteto, e era uma pessoa cruel. haha. Ele não passava a mão na cabeça de Saarinen de jeito nenhum, e ele cresceu de um jeito que quase nunca ganhava um elogio. Nada para o pai dele estava realmente bom, então ele sempre estava insatisfeito consigo mesmo e queria mais e mais.
Tudo bem que essa não é a melhor forma de criar alguém, mas ele se tornou o que ele é graças a essa cobrança.
Eis a nossa semelhança. Antes essa cobrança maluca vinha mais do meu pai, assim como Saarinen, mas hoje vem de mim, mesmo.
E eu nem sou um super gênio como ele é. Mas eu só tenho 20 anos e nem posso afirmar isso com tanta certeza assim. (haha)
Olhem só a genialidade do meu novo arquiteto favorito:

Eu não canso de usar essa imagem para mostrar o The JKF Trans World Airlines (TWA). É bem sessentista mesmo, e por isso que eu amo tanto!

Só esse desafio estrutural básico, no The Gateway Arc, em Saint Louis.


Eero Saarinen era tão multiuso, que até design para cadeira ele criou. Essa é a famosa cadeira Tulipa.

Então é isso, gente, até os próximos minutinhos livres!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vai dar tempo


Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo! Vai dar tempo!